Prefeitura encerra campanha "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil" com ações de prevenção e combate à exploração de crianças e adolescentes
- Assessoria de Comunicação
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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, encerrou nesta segunda-feira, 27, no Teatro José de Alencar, a campanha "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil". A iniciativa foi desenvolvida pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), vinculado ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de garantir os direitos de crianças e adolescentes e combater todas as formas de exploração do trabalho infantil.

Neste ano, a campanha nacional adotou o tema "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil", em alusão à realização da Copa do Mundo de Futebol, utilizando o esporte como símbolo da luta contra o trabalho infantil e da defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes.

A coordenadora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), Solange Leite, destacou que a campanha reforça a necessidade do envolvimento de toda a sociedade na prevenção e no enfrentamento ao trabalho infantil.
"O Governo Federal lançou essa proposta do Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil para que toda a sociedade de Cruzeiro do Sul se una no combate a qualquer forma de exploração do trabalho infantil. Temos realizado muitas ações de busca ativa e, hoje, quase não vemos mais crianças em situação de trabalho infantil no município. Antes era comum encontrarmos crianças nos semáforos, e esse número diminuiu bastante. Muitas pessoas acreditam que, ao comprar um chocolate, uma bala ou qualquer outro produto vendido por uma criança, estão ajudando. No entanto, acabam incentivando a permanência dessa situação. O melhor é garantir que essas crianças possam viver a infância, estudar, brincar e ter seus direitos assegurados", explicou Solange.

A psicóloga Cíntia Sampaio, explicou que, quando uma situação de trabalho infantil é identificada, a equipe realiza uma abordagem junto à família e inicia um acompanhamento especializado.
"Nós procuramos a família, realizamos o acompanhamento psicológico e social, identificamos as necessidades existentes e inserimos essas crianças no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. No contraturno escolar, elas participam de atividades pedagógicas e socioeducativas para que possam viver plenamente a infância e a adolescência, como é seu direito", afirmou Cintia Sampaio.








