Prefeitura e Governo do Estado firmam parceria para ampliar atendimento durante surto de gripe


Um surto de gripe tem trazido uma preocupação a mais para as autoridades de saúde em todo país. Trata-se da variante Darwin, da gripe influenza (H3N2), que já foi notificada em pelo menos 17 estados. O Acre é um dos estados que te registrado crescimento da doença. Com isso, tem havido maior procura pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA), de responsabilidade do estado.

Com a intenção de dividir o maior fluxo causado pelo surto da influenza, o município está ampliando o horário de atendimento das unidades neste final de ano.

“Todas as unidades básicas de saúde das 7 às 17 estarão abertas para atender as pessoas que apresentarem síndromes gripais. Algumas unidades ficarão abertas com horário estendido para síndromes gripais até as 19 horas”, explica Valéria Lima, secretária municipal de saúde.

As unidades com atendimento estendido voltado às síndromes respiratórias, com médico presente até as 19 horas são: 25 de agosto, João Alves, Jesuíno Lins. De terça-feira a sexta-feira, o posto do Aeroporto Velho terá o atendimento também estendido até às 19 horas.

No feriado dos dias 31 de dezembro e 01 de janeiro a unidade Francisco Souza dos Santos (posto do agricultor), também terá atendimento até às 19.

“O objetivo é dar um suporte à UPA, que tem ficado sobrecarregada com o maior fluxo provocado pelo surto de influenza”, explica a secretária.

A infecção causada pelo H3N2 gera sintomas respiratórios clássicos, dá um mal-estar intenso e é mais perigosa para idosos, crianças e portadores de comorbidades. Entre os principais sintomas da nova variante estão: Dor de cabeça, Coriza, Tosse, Moleza, Espirro, Febre alta e Falta de apetite. Caso tenha algum ou mais de um desses sintomas, a pessoa deve buscar o atendimento nas UBS o mais rápido possível. Embora não seja comum, algumas pessoas apresentam maior gravidade durante o desenvolvimento da doença, podendo em casos extremos levar a óbito.

A Sesacre também tem buscado estreitar a troca de informações sobre as síndromes respiratórias agudas com as secretarias municipais de saúde, uma vez que o Sistema de Vigilância Epidemiológica (Sivep-Gripe), que recebe as notificações de síndrome gripal, está inoperante em virtude de um ataque hacker que derrubou os servidores de dados do Ministério da Saúde (MS).

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