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  • Foto do escritorAssessoria de Comunicação

Enchente do Rio Juruá:Prefeito Zequinha Lima Almoça com famílias Abrigadas na Escola Corazita Negreiros




A Prefeitura de Cruzeiro do Sul mantém na Escola Corazita Negreiros, no Bairro do Telégrafo,9 famílias que foram retiradas de áreas alagadas pelo Rio Juruá. Nesta segunda-feira, 4, o prefeito Zequinha Lima almoçou com as pessoas do abrigo em um gesto de solidariedade e apoio em meio às adversidades enfrentadas pela comunidade local e também como forma de verificar em loco as condições com que estão sendo tratadas as famílias.


O gestor expressou sua satisfação com as condições do abrigo, elogiando a estrutura preparada na unidade  de ensino do município para receber os desabrigados. Zequinha também destacou a importância do trabalho dos servidores municipais e da diretora da escola, que têm se dedicado para garantir o conforto e a segurança dos abrigados.


“Estamos aqui com cerca de 36 pessoas de 9 famílias. Vim aqui almoçar com eles até para verificar a qualidade da refeição oferecida. Eu almocei aqui um bife com feijão,  arroz, macarrão, farofa e salada. E a gente fica feliz de saber que eles estão aqui num local seguro. Agradecemos aos nossos servidores que têm estado aqui para ajudar, para colaborar, para receber. A nossa diretora de escola que está aqui presente também no dia a dia, 12 horas por dia,  acompanhando esse processo. Vamos continuar trabalhando, a nossa equipe está aí de prontidão, caso tenha chamado para trazer as pessoas para cá. O rio continua enchendo, em uma velocidade menor, é claro, mas a gente tem que estar sempre de prontidão para trazer essas pessoas para um local seguro. Assim como a Corazita Negreiros, já temos outras seis escolas que estão preparadas", assegurou o prefeito.


Durante a visita, uma das moradoras abrigadas, Ana Paula Rocha Massau, 29, compartilhou sua experiência e agradecimento pela assistência recebida. Ela elogiou a qualidade das refeições oferecidas no abrigo, comparando-as positivamente com as dificuldades que enfrentavam em casa.


"Fomos bem recebidos e estamos sendo bem tratados. Aí nós viemos porque já chegou no assoalho, lá da casa. Se nós ficássemos mais, hoje já está dando quase dois palmos de água dentro de casa. Em casa nós cozinhamos com fogão à lenha e com a água da altura que está não dá para fazer comida, por isso tá ótimo aqui”, conta ela.



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