Histórico do
Município
Cruzeiro do
Sul fica na Região do Juruá, é o segundo
maior município do Estado do Acre, com
uma área de 7.781,5 km2; limita-se ao
Norte com o Estado do Amazonas, ao Sul
com o município acreano de Porto Valter,
ao Leste com o município acreano de
Tarauacá e a Oeste com os municípios
acreanos: Mâncio Lima, Rodrigues Alves e
também o Peru.
Cruzeiro
do Sul é conhecido com “Terra dos Nauas”,
devido a tribo indígena – os Nauas que
habitavam essa região.
O
município encontra-se numa região de
difícil acesso, apesar de estarmos
distante da capital por 680km, não temos
ligação rodoviária com a mesma e
conseqüentemente com outras partes do
país. O acesso ao município só é
possível por via fluvial ou aérea,
tornando assim o custo de vida muito
alto, massacrando a população carente
que não tem nenhuma expectativa de vida
(profissão, educacional e social).
O
transporte fluvial resume-se apenas ao
transporte de mercadorias para o
abastecimento do comércio local e das
outras cidades da Região do Juruá (Mâncio
Lima, Rodrigues Alves, Porto Valter e
Marechal Thaumaturgo). Durante o período
da estiagem (sem chuvas) esse transporte
fica bastante prejudicado, motivo pelo
qual encarece as mercadorias,
repercutindo diretamente na
sobrevivência da população carente.
O
transporte aéreo faz linha regular
atuando no transporte de passageiros e
de carga (mercadorias).
A
população de 67,441, onde 38.971 vive na
zona urbana e 28.470 vive na zona rural,
33.919 são homens e 33.522 são mulheres.
A população vive oprimida pelo alto
preço das mercadorias e poucas
oportunidades de empregos, uma vez que o
grande empregador é o setor público, uma
pequena parte da população ativa é
absorvida pelos estabelecimentos
comerciais, a outra grande parte da
população ativa está em atividades
informais.
A
agricultura e a pecuária são a nossa
principal atividade econômica,
destacando-se na produção da farinha que
é muito apreciada nos grandes centros
urbanos do país e também na criação de
gado de corte.
Os
estabelecimentos comerciais na sua
maioria são de pequeno porte. Outra
característica das relações comerciais é
que 67,37% dos insumos e mercadorias
utilizadas pelos estabelecimentos têm
origem em outros Estados, 16,48% de
outros municípios acreanos e apenas
1,83% na zona rural e 18,32% na própria
cidade. Isso significa que o município
importa a maioria dos produtos que aqui
comercializa.
A baixa
produção agrícola da zona rural deve-se
às características geográficas do
município que não permite a todos os
agricultores, estrutura para escoamento
dos produtos agrícolas, produzindo
apenas para o próprio consumo.
Quanto a
atividade industrial, temos três
beneficiadoras de café (moagem do café)
e uma de fabricação de guaraná. São
estabelecimentos pequenos.
A
ocupação do nosso município tem as
mesmas características históricas da
ocupação não só do Estado do Acre, mas
da Região Norte. Resultante da
vinculação, em mídia nacional, de uma
campanha para povoar esta região.
Atraindo assim, principalmente os
nordestinos, que fugiam da seca, e viam
nas campanhas “enganosas” a esperança de
encontrar melhores condições de vida.
Jamais imaginariam que aqui encontrariam
condições sobre humanas de trabalho, ou
melhor de escravidão.
Através
da organização administrativa e jurídica
do Acre é possível conhecermos a
organização político-administrativa e
jurídica do nosso município. Observe
essa trajetória:
A Lei n.º
1.181 de 25 de fevereiro de 1904 dividiu
o Acre em três departamentos
administrativos:
- Departamento do Alto Juruá;
- Departamento do Alto Purus;
- Departamento do Alto Juruá.
O
Departamento do Alto Juruá correspondia
a região de Cruzeiro do Sul e a região
de Tarauacá, sendo administrada por
prefeito nomeado pelo Presidente da
República, sendo o Coronel Gregório
Thaumaturgo de Azevedo nomeado para
primeiro prefeito do Departamento do
Alto Juruá.
O coronel
Thaumaturgo de Azevedo instalou a sede
provisória do Departamento do Alto Juruá
em Cruzeiro do Sul na foz do Rio Moa,
através do Decreto de 12 de setembro de
1904. Em cumprimento ao Decreto n.º 08
de 28 de setembro de 1904, o Coronel
Thaumaturgo de Azevedo transferiu a sede
do Departamento do Alto Juruá para o
Seringal Centro Brasileiro à margem
esquerda do Rio Juruá do Sr. Antônio
Marques de Menezes (Pernambuco) que foi
adquirido através de compra pelo Governo
da União.
Cruzeiro
do Sul tem sua planta planejada pelo
Coronel Thaumaturgo de Azevedo
(Engenheiro Militar), que foi o nosso
primeiro prefeito. Sua administração
destacou-se pela organização e
construções de edifícios públicos, como
a biblioteca pública, o fórum, organizou
a justiça e a instrução pública.
Governou o nosso município até 07 de
julho de 1906.
Em
relação a organização judiciária do
Acre, o decreto n.º 5.188 de 07 de abril
de 1904 criou a comarca do Acre,
dividindo o Estado em três distritos.
A Lei n.º
1.820 de 19 de dezembro de 1907
modificou a estrutura jurídica do Acre
criando o Tribunal de Apelação e as três
comarcas que correspondiam aos três
departamentos criados pela Lei n.º 1.181
de 25 de fevereiro de 1904.
Em 23 de
outubro de 1912 o decreto n.º 9.831
criou o Departamento do Tarauacá,
desmembrando-o do Departamento do Alto
Juruá. Nessa mesma época foram criados
cinco municípios entre eles estava
Cruzeiro do Sul, onde foi instalado a
sede do segundo Tribunal de Apelação com
Jurisdição nos Departamentos do Alto
Juruá e Tarauacá. Em 28 de fevereiro de
1917 o Decreto n.º 12.405 suprimiu o
Tribunal de Apelação de Cruzeiro do Sul.
Na área
educacional o que podemos observar em
respeito à evolução da educação são os
poucos registros que ficaram ao longo da
nossa história.
Nosso
primeiro registro é na ata de Fundação
de Cruzeiro do Sul em setembro de 1904
lavrada pelo Secretário Geral da
Prefeitura o Sr. Henrique Pereira Lucena
que registra vários decretos assinados
naquela ocasião entre eles o de nº 10,
da criação da Escola Visconde de Rio
Branco para ensino primário para menores
e n.º 11 criando a escola Rodrigues
Alves também de ensino primário para
adultos. Essas são as duas primeiras
escolas oficiais responsáveis pelo
início do capítulo da Educação no nosso
município.
Em 07 de
julho de 1906, no relatório enviado pelo
Coronel Gregório Thaumaturgo de Azevedo
ao Presidente da República, ele relata o
seguinte: “Os funcionários trabalham com
pontualidade, feitas sua nomeações por
concurso, e o número de Escolas Públicas
duplicou”, mas não é registrado quantas
e nem o nome dessas novas escola.
Em 1906 é
inaugurado o Liceu Afonso Pena, extinto
em 1912, onde hoje funciona a escola
Barão do Rio Branco localizada no centro
da cidade. Liceu era um tipo de escola
filosófica que seguia os ensinamentos de
Aristóteles – estabelecimento oficial ou
particular de instituição secundária ou
de ensino profissional.
Pouca
coisa temos registrado da história da
educação nas três primeiras décadas do
século passado. Em 1928 é criada a
Escola Absolon Moreira que está em plena
atividade até hoje.
Em 1938
chega em Cruzeiro do Sul as três freiras
dominicanas fundadoras do Instituto
Santa Terezinha – escola particular para
meninas que funcionava em regime de
internato, sendo um marco na educação de
Cruzeiro do Sul. As irmãs Adelgundes,
Disiboda e Atanásia foram as pioneiras
nessa empreitada, não esquecendo todas
que deixaram sua cultura, sua família
para se dedicar nessa tarefa árdua mas
engrandecedora que é educar.
Em 1950 o
Instituto Santa Terezinha forma a
primeira turma de Normalistas de
Cruzeiro do Sul – as primeiras
professoras formadas no município. Em
1967 forma a primeira turma de
Magistério de Cruzeiro do Sul – as
primeiras professoras com 2º grau
formadas no município.
Devemos
muito a Igreja Católica nas pessoas dos
seus representantes, como o Bispo Dom
José Hascher, já falecido, Dom Henrique
Ruth, Dom Luiz Herbst, como também os
pastores das Igrejas Protestantes que
sempre lutaram para que os cruzeirenses
tenham o que é primordial ao ser humano:
atendimento espiritual e sócio-cultural.
As
escolas mais antigas de Cruzeiro do Sul
que ainda hoje estão em plena atividade
são:
- Absolon Moreira – fundada em 1928 que
hoje atende ao ensino fundamental e 2º
Grau – Telecurso;
-
Instituto Santa Terezinha – fundado em
1938, que hoje funciona com o Ensino
Fundamental e Médio;
- Hugo
Carneiro – construída em 1948, mas antes
funcionava onde hoje é a Cohab, na época
uma fazenda de gado com o nome de
Marechal Hermes, que tinha como diretor
o Professor João Mariano, que assumiu a
direção da Hugo Carneiro passando depois
para sua filha Professora Gisalda Coelho
Mariano Sampaio e hoje atende de 1ª a 4ª
série e EJA.
- São
José – escola particular fundada em 1948
pelos padres espiritanos para meninos,
que funcionava em regime de internato e
semi-internato e hoje está conveniada
com a SEE e atende ao ensino
fundamental.
- Braz de
Aguiar – fundada em 1948 e atende
atualmente o ensino fundamental e ensino
médio – modalidade Telecurso.
-
Craveiro Costa – Tem uma história toda
especial, fundada em 1957. Até naquela
época Cruzeiro do Sul contava apenas com
o curso de Normalistas no Instituto
Santa Terezinha, escola particular com
clientela tradicionalmente feminina.
Um grupo de jovens professores
idealistas fizeram um movimento que
sacudiu o marasmo da sociedade, visando
criar opções para os estudantes que
conluiam o curso primário. Conseguiram
conquistar o apoio do Dr. Adalberto
Sena, que ocupava alto cargo no MEC.
Mais cedo do que se podia esperar foi
criado o Ginásio Cruzeirense Craveiro
Costa em homenagem ao educador e
jornalista pelos inestimáveis serviços
prestados a terra e ao povo Cruzeirense.
Mantido pela Campanha Nacional de
Educandários gratuitos, funcionou nas
dependências do grupo Escolar Braz de
Aguiar até 1969 quando recebeu sua sede
no início de 1970. Somente em 1963
passou a receber a assistência da
Secretaria Estadual de Educação. Vale
ressaltar a valiosa colaboração dos
bancários – Bando do Brasil e BASA, que
por puro espírito de solidariedade
somavam aos seus trabalhos diários os
horários noturnos das aulas no Ginásio.
O movimento em prol da escola, a luta
sem trégua e o esforço quase
sobre-humano para manter a grande
conquista, foram dos mais belos já
realizados em Cruzeiro do Sul, pela sua
alta significação para a formação
cultural da juventude cruzeirense, pela
demonstração de fibra e pela grandeza do
ideal daqueles que o fizeram
reverendando o Professor Nosser Almeida
seu primeiro diretor, Darcy Bezerra,
Maria Leonízia da Cruz Araújo, Professor
Raul, Bráulio, Dioclécio, Santana, Nadir
de Brito, Julieta Cruz, Professor Leite,
Leônidas, Antonieta (Tieta) Albuquerque
Lima, os primeiros irmãos maristas que
chegaram em 1968, Robílio, Braz, Anselmo
e todos que deixaram suas sementes
plantadas e germinadas.
-
Flodoardo Cabral – fundada em 1969 para
ministrar o curso de Contabilidade.
Funcionou inicialmente no Braz de
Aguiar, em 1970 no Craveiro Costa. Sua
primeira turma formou-se em 1971.
Somente mais tarde foi criado o curso de
Magistério.
Em 1978 é
criada a Secretaria Municipal de
Educação com três funcionários: uma
coordenadora, a Professora Mirtes
Barahuna, uma supervisora, a Professora
Leuda Areal e uma Agente Administrativo,
a Sra. Marnízia Lima Messias, mas foi
somente em 1980 que a SEMEC se
desvinculou da Inspetoria de Ensino,
passando a ser responsável pela sua
rede.
Hoje a
SEMEC atende a 85 escolas, sendo 18 na
zona urbana e 67 na zona rural e a rede
estadual atende 75 unidades de ensino
entre zona rural e urbana.
Em 1980
iniciou o curso universitário –
Licenciatura de 1º Grau (Parcelado)
atendendo 99 professores de Cruzeiro do
Sul, Tarauacá, Feijó e Mâncio Lima.
Em 1989
foi criado o curso de Letras no Campus
de Cruzeiro do Sul, funcionando com 80
alunos.
Em 1992
foi criado o curso de Pedagogia.
Em 2001
foi implantado para os professores do
Ensino Fundamental e Médio os cursos de
História, Biologia, Geografia,
Matemática e Educação Física, cuja
conclusão se dará em 2004.
Cruzeiro
do Sul segundo o censo do IBGE 2001, tem
67.386 habitantes. Temos matriculados
nas redes estadual e municipal e
particular 33.318 alunos distribuídos no
Ensino Infantil, Ensino Fundamental nas
modalidades regular e EJA, Ensino Médio
nas modalidades regular e EJA. (segundo
o Censo Escolar-2003)
Isso
significa que 49.7% da população está
matriculada, não significa porém, que
todas as crianças estejam freqüentando a
escola. Muitos pais ainda preferem
encaminhar seus filhos para o trabalho
infantil a mandar para a escola. Esse é
um dos grandes problemas a enfrentar. O
outro problema é má qualidade de ensino.
Toda criança matriculada na 1ª série no
final do ano tem que saber ler e
escrever para poder ser promovida para a
2ª série. Caso contrário estaremos
aumentando o índice de analfabetos
funcionais, ou seja, passaram pela
escola mas não conseguiram aprender,
continuando analfabetos.
Precisamos combater a repetência, a
evasão, o trabalho infantil, a
exploração sexual de crianças e
adolescente, não somente no município de
Cruzeiro do Sul, mas em todo país. E a
escola precisa tomar consciência, como
instituição capaz de transformar que é
responsável pelas crianças matriculadas
e que essas crianças têm o direito de
receber ensinamentos que sejam adequados
a sua realidade.
Para
implementarmos uma política educacional
a Prefeitura Municipal e a Secretaria
Municipal de Educação têm juntos buscado
parcerias que vem proporcionando
mudanças positivas e significativas que
vem contribuindo visivelmente para a
melhoria na qualidade dos serviços
oferecidos.
Atualmente estamos implementando em
parceria com o Instituto Airton Senna e
a Fundação Banco do Brasil o Programa
Escola Campeã com foco na gestão
municipal do Sistema Municipal de Ensino
e o Programa Gestão Escolar com foco na
gestão escolar.
Temos
também parceria com o FUNDESCOLA, onde
foi implementado o PDE (Plano de
Desenvolvimento da Escola) voltado
também para área de gestão escolar e
mais recentemente, estamos em fase de
elaboração do PES (Plano Estratégico da
Secretaria, voltado para a gestão da
secretaria.
A demanda
do Sistema Municipal de Ensino
atualmente totaliza 5.727 alunos no
Ensino Fundamental, assim distribuídos:
2.400 alunos de 1ª a 4ª série e 1.354 de
5ª a 8ª série na zona urbana, absorvidos
por 15 unidades de ensino, com 78
professores atuando de 1ª a 4ª série e
99 professores de 5ª a 8ª série; 1.973
alunos de 1ª a 4ª na zona rural,
absorvidos por 67 unidades escolares com
81 professores. Na Educação Infantil
temos 900 alunos e 1.202 na Educação de
Jovens e Adultos.
Na zona
rural o trabalho educacional fica
bastante comprometido em virtude dos
nossos aspectos geográficos que
dificulta o monitoramento das unidades
escolares. Antes da atual administração
praticamente não existia um
monitoramento das mesmas.
Para
garantir a mesma qualidade dos serviços
prestados à zona rural foi implementado
um projeto de nucleação rural e um
sistema de monitoramento - a
superintendência.
A
nucleação rural e a superintendência
foram implementados objetivando amenizar
o isolamento das unidades escolares
rurais com a Secretaria Municipal de
Educação. Reconhecemos as dificuldades
geográficas, mas não podemos deixar
nossas unidades escolares à mercer da
própria sorte. Sabemos das limitações
referentes as escolas localizadas nas BR
364 e 307 no período chuvoso, pois as
mesmas ficam intrafegáveis, como também
das escolas localizadas nos Rios
Valparaíso e Juruá-Mirim que no período
não chuvoso, quase não permite a
navegação. Esses fatos impossibilitaram
a nucleação física, fato pelo qual
optamos pela nucleação
pedagógico-administrativa, onde a zona
rural foi dividida em quatro núcleos: um
núcleo que engloba 14 escolas
localizadas no Rio Juruá e Rio
Valparaíso, um núcleo no Rio Juruá-Mirim
com 12 escolas, um núcleo na BR 364 com
17 escolas e outro núcleo na BR 307 com
22 escolas. Cada núcleo tem uma escola
pólo e uma equipe gestora (um diretor,
um coordenador pedagógico e um
secretário escolar) que responde pelo
núcleo e suas salas anexas. A secretária
da escola pólo gera todos os dados da
escola pólo e das salas anexas.
As salas
anexas recebem no mínimo uma visita do
diretor e outra do coordenador
pedagógico. Para a nucleação rural foi
montado toda uma estrutura de apoio
logístico com aluguel de dois barcos
para os núcleos dos rios e dois carros
tracionados para os núcleos das BRs,
além de salários atrativos para a
equipe.
Em
janeiro de 2001, quando assumimos essa
administração, a Educação Municipal,
encontrava-se em descrédito, em parte
pela ausência de uma rede física de
escolas rurais, uma vez que as
atividades educacionais estavam sendo
desenvolvidas em casas de farinhas e
currais de bois, e também pelo
descompromisso com a qualidade dos
serviços educacionais oferecidos e o
total desrespeito a LDB n.º 9394/96.
Hoje o
grande desafio dessa administração é a
garantia da excelência dos serviços
educacionais prestados, adotando uma
política educacional cujo foco é o
aluno.
Uma das
primeiras medidas adotadas por essa
administração foi construir a rede
física rural e reformar e ampliar a rede
física urbana.
Na rede
física rural foram construídas as
seguintes unidades escolares:
:: Núcleo da BR 307
- Escola Antônio Borges
- Escola Aníbal Costa
- Escola Adalgísio Rodrigues
- Escola Comunidade Capinarana
- Escola 17 de Novembro
- Escola Nossa Senhora de Nazaré
- Escola Profª Marliz Sampaio de Abreu
- Escola Pólo Hortigranjeiro
- Escola Roseno da Silva
- Escola 06 de Agosto
- Escola Tancredo de Almeida Neves
:: Núcleo da BR 364
- Escola Artur Lebre I
- Escola Leonila Lopes da Silva
- Escola João Maria de Souza Mendonça
- Escola Padre Eriberto
- Escola Padre Manoel da Nóbrega I
- Escola Profª Maria Célia de Oliveira
- Escola Profª Olinda Nery da Silva
- Escola Profº Sidnei Vilela
- Escola Renato Braga
:: Núcleo do Juruá/Valparaíso
- Escola Francisca Maria de Souza
- Escola José do Patrocínio
- Escola Luiz Ferreira
- Escola Medeiros de Albuquerque
- Escola Nadir Messias Cameli
- Escola Neuza Bernardino
- Escola Pantaleão Bussons
- Escola Santa Luzia
- Escola Segadas Viana
:: Núcleo do Juruá-Mirim
- Escola Artur Lebre II
- Escola Helena Nobre
- Escola Marechal Hermes da Fonseca
:: Núcleo Misto
- Escola Flodoardo Cabral
- Escola Moacir Rodrigues
Na rede física urbana foram construídas,
as seguintes unidades escolares:
:: Educação Infantil
- Creche Padre Frederico
- Creche Margarida Batista
- Creche Maria Cidália Correia
:: Ensino Fundamental
- Escola Profª Francisca Lima
- Escola Nise Varela
Passaram por reforma e ampliação as
seguintes unidades escolares urbanas:
- Escola Antônio Ferreira Gomes
- Escola Artur Maia de Carvalho
- Escola Corazita Negreiros
- Escola Darcy Bezerra
- Escola Emídio Braga de Vasconcelos
- Escola Francisca Barros de Oliveira
- Escola Francisca Rita de Cássia Lima
Pinto
- Escola Maria da Conceição Castro Lima
- Escola Maria Terezinha de Jesus
Saavedra
- Escola Pe. Cristóvão Freire Arnaud
- Escola Pe. Marcelino Champagnat
- Escola Rui Barbosa
- Escola Thaumaturgo de Azevedo
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